“Eu tentei viver sem nenhum mundo no coração. Mas é impossível, você aparece e preenche tudo que eu tentava tornar vazio.”
Ne me quitte pas, Il faut oublier
❝ Sinto falta de tanta coisa, de tanta gente. Mas talvez toda essa saudade se resuma na minha infância. O que tanto temíamos quando éramos um tantinho de gente? Talvez da bronca que íamos levar se não arrumássemos nosso quarto que estava com todos nossos brinquedos no chão, ou quando caíamos quando estávamos andando de bicicleta, ou talvez quando sua amiguinha não te chamava para brincar no parque. E agora? O que você tanto teme? Talvez algumas magoas, algumas decepções, ou pior um coração partido pela junção de todas essas cicatrizes. Sinto falta de minha infância, pois a única coisa que eu me preocupava era se eu iria poder ir ao parquinho ou não, se eu iria poder cuidar das minhas bonecas ou não, se eu poderia assistir aqueles meus desenhos o dia todo ou não, se eu iria poder usar as minhas canetinhas novas ou não. Preocupações tão tolas hoje em dia, pois agora lidamos com a vida real, com a realidade. Vamos admitir quem não gostaria de rever aquele seu professor do jardim de infância e dos seus colegas de turma? Só para ao menos saber se eles sentem o mesmo que você. Aquele profundo desejo de poder voltar no tempo e aproveitar aquela época de serena inocência e pureza. Não que não sejamos mais assim, mas perdemos esse nossos simples gestos, perdermos a inocência do olhar, a pureza das palavras. Nós tornamos consumidores de palavras vulgares e sem escrúpulo, de olhares sedutores sempre com alguma intenção, do sorriso malicioso. Mas talvez o pior de tudo é que aquele ou aquela que permanece com a pureza e a inocência acaba sendo bombardeado de armas que mutilam seus sentimentos mais delicados, mas que acabam se tornando em sentimentos muitas vezes dolorosos e obscuros. Então, o devemos fazer? Pois de um jeito ou de outro nos tornaremos pessoas que utilizam dessas armas, talvez não porque queremos, mas porque precisamos para haver uma proteção ao seu próprio eu. Por isso eu exatamente sinto falta da minha infância, quem precisava se preocupar com proteção de sentimentos? A única coisa que te magoaria naquela idade seria sua mãe lhe falar que você não poderia brincar com as suas barbies até você tomar banho, pois ai sim você abriria o berreiro. Hoje em dia, abro o berreiro por você fazer meu coração sangrar de tanto desamor que proporciona a mim. Voltando a mesma pergunta que venho a repetir: Será mesmo você não sente falta da sua infância? Será que você não sente falta do seu antigo sorriso? E do antigo motivo do seu sorriso? Eu sinto e muito. Sinto falta do meu sorriso simples e verdadeiro. Aquele sorriso que eu dava a minha mãe quando ela me entregava algum presente, principalmente quando era aquela boneca que havia lhe implorado tanto para me presentear. Oh, saudade! Isso mesmo saudade da antiga eu, saudade do meu sorriso, do meu olhar, das minhas palavras e até mesmo saudade de você.

Talvez eu não tenha perdido o coração ingênuo e bobo, pois ele ainda sente falta da sua mutilação de carinhos dolorosos. Marcela Baldez  (via quitte-pass)
❝ - Eu te amo.
Ela ri, e responde:
- Eu te amo mais.
- Não, eu que amo mais.
- Desde quando?
- Desde sempre.
- Mentira, eu que amo mais.
- Nem ama.
- Amo sim.
- Pode até amar, mas não mais do que eu.
- Claro que eu amo mais do que você.
- Para com isso.
- Mas eu não to fazendo nada..
- Tem certeza?
- Eu só disse que te amo mais.
- É, mas isso não é verdade.
- Claro que é.
- Teimoso.
- Teimosa.
- Eu te amo.
- Já disse que eu te amo mais.
(…)

  • Ele: Nossa, você não era assim!
  • Ela: Um dia todo mundo cansa de ser idiota.
❝ Quero amigos, não admiradores. Pessoas que me respeitem pelo caráter e pelo que faço, não pelo sorriso encantador. O círculo ao meu redor seria bem menor, mas o que importa, desde que fosse composto por gente sincero?

O Diário de Anne Frank. (via romantizar)
Cara, eu odeio ela. Odeio o fato dela me ter por completo com meras palavras, de ela me fazer chantagens e eu sede-las. Odeio aquela voz mansa que ela faz só pra conseguir alguma coisa. Odeio quando ela vira os olhos para cima com um jeito meio esnobe e antipática. Odeio a ver conversando com outros caras e depois vir dizer que acha fofo me ver com ciúmes. Odeio aqueles olhos castanhos que parecem brilhar só para mim. Odeio o som daquela risada e aquelas covinhas. Odeio a ver sorrindo com outro cara. Odeio aquele cabelo loiro e liso que parecem ser de outro planeta. Odeio suas mãos pequenas e macias. Odeio aquele pé de princesa. Odeio o modo de como o seus lábios dizem “eu te amo”. Odeio a ver pedir “desculpa” quando a culpa é minha. Odeio o jeito que ela me faz rir. Odeio quando ela tenta fazer cocegas nos meus pés só para tirar uma gargalhada mais forte. Odeio quando ela chora, e odeio mais ainda ser o motivo do seu choro. Odeio o jeito de como ela arruma as nossas escovas de dente no banheiro. Odeio quando ela briga comigo por levanta da cama sem colocar o meu chinelo. Odeio aquele jeito certinho que ela tem nas coisas. Odeio a ver estressada e melancólica quando está na TPM. Odeio ficar sem dormir só para ficar com ela assistindo aquele filme romântico que já passou pela trigésima vez. Odeio ficar sem assistir aos jogos do meu time nos domingo, só para deixa-la ver aquele canal de modelo que tanto ela gosta. Odeio abraça-la nas noites de frio. Odeio a ouvir falar sobre a amiguinha de trabalho que ela tanto quer matar. Odeio ter que dividir a mesma cama com ela. Odeio ter que ouvi-la roncar. Odeio acordar com ela cantando no chuveiro aquele refrão de “Hey there delilah”. Odeio quando ela vai trabalhar cedo e esquece a cama bagunçada. Odeio ter que perder no vídeo-game só para vê-la feliz. Odeio quando ela grita o meu nome por completo quando esta com raiva. Odeio o jeito com que ela morde os lábios. Odeio aquela cara de safada que ela faz só para me levar para a cama. Odeio a sua unha quando arranha as minhas costas. Odeio quando ela geme baixinho no meu ouvido. Odeio aquele sexo gostoso que só ela consegue fazer. Odeio ter que ficar abraçado depois de uma noite quente, se é que você me entende. Odeio ter que fingir que a saudade não me mata. Odeio morrer de amor e continuar vivo. Odeio acordar todos os dias e quere-la incondicionalmente. Odeio ouvir a nossa musica e lembrar de tudo. Odeio ama-la desse jeito. Odeio não conseguir te odiar. Odeio ter que admitir, mas eu amo tudo em você.

— Odeio não te odiar, Jhankley A. (frasesmalfeitas)
❝ Não era um bairro, nem uma cidade, muito menos um estado. Era um país, sim, isso mesmo, um país! Era toda essa distância que os impediam todos os dias de se tocarem, se olharem, se abraçarem… Lutavam todo dias contra isso, esperando um dia poder dizer olhando um no olho do outro o quanto se amavam e o quanto esperaram por esse momento, muito e muito tempo… Quem sabe até uma vida toda. Não sabiam como seria o dia de amanhã, nem se seria possível mesmo realizar todos aqueles sonhos que faziam sempre, como se casar, ter dois filhos, um cachorro, uma casa longe de tudo, uma paisagem tranquila. Mas sabiam o quanto se amavam, e sabiam que precisavam um do outro, mesmo de longe. Eles se completavam e pronto. Ela dizia que ele era a consciência dela, pois sem ele, ela sempre fazia tudo errado e sempre se metia em encrenca. Ele ria disso e dizia que estaria sempre cuidando dela. É lindo isso não é? Um amor assim, de verdade sabe? Mas quem disse que é fácil assim? Amor não é fácil cultivar, muita gente desiste, por motivos fúteis, ou simplesmente por ”cansarem” do amor. Ah, se soubessem tudo o que eles já passaram pra finalmente se encontrarem, alguns dizem que é loucura, outros dizem e afirmam: É amor…

“Dói né?” “O quê?” “Abrir o Tumblr e não ter nenhuma Ask”

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